_AMOR, FLOR, VERDURA, PALAVRA, TUDO É SEMENTE!

_VIDA, HORTA, JARDINAGEM,

PROSA E POEMA:

PALAVRA ESCRITA E SEMEADA...

SEMPRE O MESMO PRINCÍPIO

GENEROSO DA SEMENTE.



Histórico e registro do projeto de criação e transformação de um quintal, hoje com horta, pomar e jardim, que já foi um grande monte de entulhos, mas que está se revelando um pedacinho do paraíso.
Verifique o "Antes e o depois" nos primeiros posts... Acredite... Aconteceu...
O possível se faz agora, o impossível demora um pouquinho mais...
De quebra vão alguns textos,receitas,meditações, artigos e poemas, semeados entre flores e verduras...
Que mistura...

Os textos e fotos são de própria autoria, aqueles que não o forem, trarão referência do autor.
Nossas imagens não deverão ser usadas para qualquer tipo de promoção de cunho comercial sob pena de responsabilização legal. Grata.


"Existe duas maneiras de ver o mundo: A primeira é que não existe milagres.
A segunda é que tudo é milagre."
Albert Einstein

Além das experiências em nosso quintalzinho, agregamos posts de quintais de amigos em: Visitando outros quintais.

Em Marcadores,
acesse
o Índice Alfabético Remissivo com todos os assuntos.

sexta-feira, 24 de setembro de 2021

     


Cidades inteligentes e quintais produtivos   


          Nesses dias uma leitora expressou a alegria de retornar a esse blog e encontrá-lo "vivo". Devo confessar que esse bloguinho é resiliente, e já adquiriu vida própria. Temos nos perguntado sobre sua valente sobrevida e como poderemos levar o blog a uma performance que o represente na sua manifesta resistência. Deixá-lo em "piloto automático" foi um modo de sair em busca de  informações e conhecimentos para melhor gerir a vida, mas, voltamos a ele como parte significativa da mesma vida. 

           Durante esse tempo de isolamento, tanto a experiência de cultivar com simplicidade os alimentos sem veneno, como compartilhar a alegria de fazê-lo, tornou-se ainda mais um vínculo entre pessoas e propósito de partilha de vida. Obtivemos a adesão poderosa de pessoas de valor, tanto para a mensagem chegar mais longe e mais clara, quanto para realizar pequenos gestos com grande repercussão. Entre os projetos vimos realizar-se as hortas com a participação de famílias atenciosas em promover a saúde e educar as crianças pra uma vida melhor. Voluntários que acreditaram em sonhos também tornaram em realidade o Projeto Horta Social, com o reconhecimento e participação de alunos e professores de duas Universidades. 

            A aparente inatividade da missão de semear hortas urbanas, na realidade, nos levou por outros caminhos que a tecnologia pode nos transportar, e, apesar de isolados e recolhidos, nunca fomos tão longe e nem tivemos tantos parceiros, apesar de não privar da presença real deles.

           Nossa gratidão pelos maravilhamentos da natureza que nos aproximaram  e por sua beleza que criou em nós liames de fraternidade e paz, pelo exercício do cuidado.

         Viver o luto, nacional ou pessoal, tornou-se realidade na vida de muitos de nós, e vamos emergindo de um tempo de silêncio, com a esperança da vida que se renova, e a certeza que jamais seremos os mesmos, acrisolados pelo sofrimento, mas elevados pela empatia e solidariedade.

             Das mudanças que a vida trouxe, uma delas foi compartilhar os espécimes botânicos cultivados durante uma década nesse jardim pomar. À medida que compartilhamos as plantas que formaram esse pedaço de paraíso, procuramos parceiros interessados a reproduzir as hortas sociais. O exercício do desapego nos levam à busca de quem queira reproduzir também parceria nesse modelo de quintal produtivo e sustentável, em outros lugares, que se apresentem como possibilidade. Na verdade esse quintalzinho produtivo tem florescido e frutificado em outros quintais, de forma concreta, como sementes lançadas ao chão. Projetos pedagógicos bem fundamentados e estruturados, gerados por indignação e sonhos comuns, nos dão a esperança que se instalem como mudança de atitudes, como proposta de cidades inteligentes e mais justas.  

                      

       

                

domingo, 2 de maio de 2021

DESAFIOS e PANCs - Assista o vídeo...

          Depois de outros projetos vitais importantes, retornamos ao Blog com novos desafios. E reencontramos nossos seguidores e leitores fieis, apesar de os deixarmos sem a atenção que mereciam. 

       Nunca foi tão importante e necessário o cultivo e preparo de nosso próprio alimento. Além de cuidarmos de nós, ajudamos o planeta a se restaurar, quando nos propomos a Resgatar a Natureza e não apenas  explorá-la. Exploração não gera vida sustentável. Prova disso, as dores que estamos vendo acontecer no nosso amado planetinha.

      Proposta: Repensar com vocês um novo jeito de viver nas nossas cidades. Projetar mudanças importantes com gestos simples... Pensar glogal e agir local. 

        O primeiro desafio para quem ainda não tem sua horta em casa... Como pretende fazê-la? Precisa de ajuda? Quer lançar aqui suas dúvidas? E ajuda para um projeto personalizado?  Te move? Conte conosco. 

        Comece por um pequeno passo: Apaixone-se por SEMENTES... 

      Que tal montar um grupo de troca de sementes nas suas redes sociais. Na sua cidade? No seu bairro?

        Vá fazendo seu banco de sementes...

        De frutas, verduras, legumes... grãos e PANCs... 

        Tenho certeza que nasceram muitas PANCs, aí pela tua calçada nesse sossego forçado da pandemia... 

        PANCs: anote isso, vamos voltar a falar delas....

       Agregamos um vídeo para motivar vocês... Vamos fazer horta?

QUEM JÁ TEM HORTA ?  E ...QUEM COMEÇOU A FAZER HORTA NA PANDEMIA E JÁ SE APAIXONOU????




(Proposta pra quem ainda não se arrisca de semear ou fazer suas próprias mudas. Compre mudas prontas ou troque. Existem muitos grupos com esse intuito nas redes sociais. Se não tiver, invente... A gente pode tudo na rede...Crie... Partilhe... Solidarize... Faça acontecer as mudanças que você quer ver... Vamos???  Suje a mão de terra... Você vai amar a nova pessoa que nasce dessa atitude...)

sábado, 29 de agosto de 2020

Como ter horta e cães ? Respondendo ao desafio...

 

        Conforme já comentamos anteriormente, tivemos problemas em conciliar horta e amigos caninos de quatro patas, que foram introduzidos no nosso pequeno paraíso. Como  são duas energias maravilhosas que não conseguem ocupar o mesmo espaço, tivemos que criar uma estratégia com o projeto da horta elevada e cercada.  Foi o jeito que encontramos para ter horta, mesmo com cães

A horta era assim a principio, quando começamos.

As escoras de bracatinga recicladas até que duraram bastante...

Por um bom tempo tivemos a horta elevada produzindo...

Até que os cães aprenderam a subir nos canteiros
elevados e acabamos ficando sem horta. Cercar com tela
plástica, como podem ver, não foi o suficiente...

Ficamos desolados, mas não havia o que fazer...

A estrutura, agora mais frágil, reforçada
com bambus, não suportou as muitas visitas caninas
 sobre o canteiro elevado e ele literalmente desabou...


Afinal fizemos o módulo da horta elevada cercado com forte tela metálica.
Agora os cães  passeiam lá fora, e a horta permanece preservada e produtiva...
Aqui aparece com lona transparente por causa das geadas...Com a lona
plástica colocada sobre os arcos, vira uma estufa de inverno...
Um módulo de apenas 3x4 m acomoda o dobro de canteiros que tínhamos
São ergonômicos, fáceis de trabalhar para pessoas idosas ou com mobilidade reduzida...
Com a vantagem de ter espaço para a entrada do carrinho e se necessário, até
uma cadeira de rodas. 

Em  pouco temo estávamos produzindo nossos tomates...

Pra alegria do prato, dos olhos e do coração...



E felizmente, essa crise sanitária da pandemia, 
 não foi pior, na questão de acesso à alimentação sadia, próxima e segura, 
por termos nossa horta produzindo verdura boa e sem veneno...
Para duas a três famílias...

E  ainda podemos contar com nosso jardim-pomar...


Que sempre nos surpreende...

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

Aguardem Novidades...

Como solucionar esse problema?
É possível ter cães e ao mesmo tempo 
manter uma horta urbana Orgânica impecável?
Estou lançando esse desafio e reflexão. 
Aceitamos comentários e opiniões sobre o assunto.

Grata.

sexta-feira, 15 de novembro de 2019


Vamos Fazer uma Horta ? 

       Sinto-me comprometida em retomar o diálogo aqui iniciado desde 2011. O que nos move comunitariamente tem sido o amor à natureza e o desejo de preservação que vai muito além da permanência estática da natureza como se encontra, o que já seria grande coisa, mas, compartilho  também com vocês o desejo que agreguei dos adeptos da permacultura: Anseio por uma natureza resgatada na sua condição de paraíso, na sua dimensão de excelência em beleza, produção e partilha de vida. Vivida nessa condição,  a relação com a Natureza dos revela a face da justiça, não uma justiça comum dos homens, mas, uma justiça à moda hebraica conforme nos revela o filósofo Emmanuel Levinas, uma justiça carregada de misericórdia, como o olhar do próprio Deus nos vê. Segundo Levinas, uma das maneiras que Deus se revela a nós, é no olhar do outro, mesmo desconhecido, com o qual nosso olhar cruza e, num ápice de segundo,  o reconhecemos como nosso irmão. É por este irmão que não conhecemos, que ainda nem nasceu, que sentimos a responsabilidade de preservar o rio, o ar puro e a floresta. É por esse irmão, próximo ou distante que queremos incentivar o aprimoramento de técnicas de hortas urbanas e motivar vizinhanças a produzir verduras sadias e compartilhar o excedente. Toda esta motivação pra te perguntar: E você, tem feito horta em casa??? Em que posso ajudar para que isso se realize? Você tem um espaço? Posso ajudar com o projeto? No Índice Remissivo tem várias ideias de projeto, o que não significa que não possamos pensar em outros... Podemos conversar a respeito? Sinta-se à vontade para compartilhar suas ideias sobre horta caseira. Abraço. 

domingo, 9 de setembro de 2018

Black out nos comentários

Aos nossos leitores, nossos pedidos de desculpas! Por um acidente de percurso foram apagados dois anos de comentários e perguntas. Se sua pergunta ficou sem resposta, retorne a fazê-la que tentaremos responder. Nossos agradecimentos.

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Flores para melíponas / Abelhas Brasileiras

     
 Plantar flores em nossos quintais pode ser uma atitude de preservação ambiental, além do cultivo do belo. Entre as abelhinhas que visitam nosso quintal, as quais gostaríamos de atrair, estão as abelhas jataí, amarelinhas e tão pequeninas como mosquitinhos, conforme descrição abaixo:

         Melíponas ou Trigonas: Abelhas nativas sem ferrão

Nome científico Tetragonisca angustula
Popularmente conhecida pelo nome de abelha Jataí amarela, abelha-ouro, mosquitinho, entre outros...  Cultivada pelos indígenas ainda antes do descobrimento do Brasil. Abelha social da subfamília dos meliponídeos, dócil e de fácil manuseio, não apresenta riscos aos meliponicultores. Pode ser cultivada em espaços que ofereçam suporte como água limpa e flores. Ainda não apresenta grande risco de extinção mas desaparece dos espaços urbanos sem arborização. Ajudar, com protocolos de segurança, a divisão das colmeias, aumenta a população de cada espécie. Essas melíponas produzem mel claro, escasso e considerado popularmente como de valor medicinal. 
(Fontes Google : disponível em em 14/11/2017 pela procura "nome científico da abelha jataí")


sábado, 7 de outubro de 2017

Educação Ambiental


Educação Ambiental 

       Este é o imperativo que me move hoje: A necessidade urgente de se investir em uma honesta e verdadeira Educação Ambiental. Martela-me ao ouvido o número de categorias de separação de lixo no Japão. Quantas mesmo? No mínimo umas sete. Subdivididas pelo destino e dia da coleta.    
 Ouve-se tanto falar em sustentabilidade... A Primeira Conferência sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, da ONU, em 1972, na Suécia,  tinha o ecodesenvolvimento  sustentável como proposta, como meio de preservar os meios naturais necessários à subsistência da vida no planeta.   Mas, o conceito de sustentabilidade foi engolido pelo neo capitalismo e  a atitude de fundo que se vive ao falar de sustentabilidade acaba sendo como conseguir lucrar  mais,  e não especificamente mudar o olhar em relação à preservação da vida no planeta. Ontem tive um choque de realidade. Dentro de um ambiente universitário, de pessoas consideradas educadas, fui provocada a ajudar a salvar uma colmeia de melíponas mirins. Fui chamada por ser reconhecido o meu esforço em tentar preservar melíponas.  São abelhinhas silvestres brasileiras sem ferrão. Numa colmeia já consistente para se dividir em duas,  agitada devido a este processo, tinha sido introduzido, inconsequente,  um cigarro acesso,  bem na entrada da colmeia. As abelhinhas estavam ainda mais agitadas. Pesquise sobre as melíponas brasileiras. Um sociedade complexa e cheia de habilidades organizadas. Não fazem mal a ninguém. E o mel de algumas é considerado medicinal. Muitas estão em processo de extinção. Aqui no nosso quintal temos muitas visitas destas abelhinhas. Até me propus a atrair e dividir  algumas espécies em caixinhas de madeira que mandei fazer no ano passado, num vizinho marceneiro. 
      Mas, voltando ao que me move hoje: a imperativa necessidade de Educação Ambiental das nossas crianças e jovens. No Japão se começa muito cedo o processo de responsabilização pelo destino dos resíduos produzidos por cada um, pela família, pelo grupos, como cidadãos:__Como separar corretamente o lixo!
      É preciso criar uma nova ética, um novo código  de atitudes com relação à natureza. Uma atitude de respeito à vida. O ponto de partida é a vida humana, mas, a interação humana precisa mudar o olhar que dirige à natureza. Ter em primeiro lugar um olhar educado para a beleza. A ética e a estética. Perceber a manifestação da vida em suas diversas formas. Educar o olhar para maravilhar-se. Perceber. Às vezes vemos, mas não percebemos. Isso também acontece nas nossas relações humanas. 
       Quanto ao incidente com a colmeia de abelhinhas mirins na universidade: O que levou um jovem educado, provavelmente de classe média/alta a introduzir um cigarro aceso dentro de uma colmeia de abelhinhas miúdas, quase em processo de extinção?__ A absoluta ausência de educação ambiental em nossas escolas e universidades.Nem sabemos onde jogar os copos de isopor usados para o café da cantina! Não existe a possibilidade de classificação na lixeiras disponíveis. Nem sabemos se nossa cidade já está mesmo reciclando o isopor ou se são apenas boatos acerca da tal usina na região metropolitana...
         Muitos podem achar isso uma conversa chata. Mas é essencial. Não se pode mais deixar de falar nisso. Estamos plantando o futuro com nossos atos. Um futuro sombrio a partir de nossas omissões. Nestes dias em que comemoramos o Dia do Meio Ambiente e o dia de São Francisco,  gostaria de indicar uma leitura para educar nossos olhos para o maravilhamento. Para a beleza, o Amor e o respeito pela natureza. Outro Francisco, o Papa, nos fala de tudo isso e muito mais na Laudato Si .Um canto de amor à mãe e irmã terra, que cansou de ser explorada e dominada, e pede socorro.
       O que estamos fazendo pra preservar, mais ainda, pra resgatar a natureza na sua condição de paraíso? O que podemos fazer para  contribuir ainda mais neste processo de educação para um novo olhar, uma nova ética com relação à natureza? Um passo necessário no nosso próprio processo de humanização. Pra isso estamos aqui, pra  nos tornarmos mais "gente". 

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Inspiração

                                 


               Contemplando a natureza quantas vezes você se sentiu parte dela, quantas vezes experimentou a comunhão com todas as formas de vida, simplesmente por ser vivo e pensante? Quantas vezes você olhou uma árvore e a identificou imediatamente como um ser do qual emana vitalidade e energia produtiva? Com um detalhe primordial, a vida vegetal e os outros todos tipos de vida dependem irremediavelmente de nós, humanos pensantes.
                 Pense numa árvore forte e  gigantesca, qual a atitude dela diante de uma motosserra?
Apenas ceder e tombar. Mas, de uma certa forma, nos comunicamos com toda a teia da vida, pois nos sentimos tocados, sensibilizados, por esta forma de vida centenária que produziu toneladas de massa vegetal enquanto suas raízes gestavam regatos e riachos que formaram rios e chegaram ao mar. Tudo está fatalmente interligado. É do emaranhado das raízes das grandes árvores que se formam rios. Tire as árvores da mata ciliar e morre um rio. Seco. Estas mesmas raízes sugam do solo a água que exalam depois, para formar nuvens. Tanto os rios que correm no solo, como o rio de nuvens que despenca sobre a terra em forma de chuva, ambos dependem destes seres fantásticos que não se movem, não saem do lugar, não podem defender-se... E você pode defender uma árvore? Pode senti-la viva e dependente de sua empatia? Pode perceber que o mundo que você habita pode ter outros interesses que não este de preservar a vida? O que você pode fazer de concreto hoje?

sábado, 1 de julho de 2017

Gratidão

Passamos dos 300.000 acessos...


Agradecemos a todos os leitores, de todos os países, de toda parte deste nosso planetinha,  que nos  brindaram com sua atenção. Agradecemos e celebramos os mais de trezentos mil acessos que completamos esta semana. Nossa gratidão a todos. Gilda.

sábado, 17 de junho de 2017

Mutação genética.

Mistérios no quintal.
Ou ... Que nome damos a esse limão?

Nos deparamos com uma variação por mutação
genética em nosso quintal, debaixo de nossos olhos.
A folhagem da variedade colleus, popularmente
conhecida como coração magoado emitiu
um novo arbusto logo ao lado do convencional,
colorido de vermelho. Esta nova espécie é quase
que completamente desprovida do pigmento
vermelho, não fosse por ínfimas pintas, quase 
imperceptíveis. 

Também andamos às voltas com outro mistério:
compramos há uns dois anos, uma muda de limão Taiti.
Depois da muda crescida e desenvolvida lançou frutos .
O interessante é que, o fruto tem aspecto de limão Taiti,
mas, quando maduro, se torna avermelhado 
como limão cravo. Parece que o cavalo de limão cravo,
onde foi enxertada a muda de limão Taiti, era muito forte e
misturou seus gens, criando uma nova espécie de limão híbrido.
A pegunta é: que nome dar a este limão?


O arbusto de "coração magoado" desprovido do pigmento vermelho...

O colleus original, colorido de vermelho.

Aspecto de limão Taiti...

Maduro como limão cravo...

O limão verde e maduro, lado a lado... Como chamá-lo ?
Lanço um desafio: sugiram um nome para este novo tipo de limão...

                                          Outro dado interessante é que este limão tem em
                                           média de seis a oito grandes gomos somente e,
                                           mesmo estando verde, é amarelo por dentro...

                                           Ah, e o cheiro é de limão cravo, também chamado
                                           popularmente de limão rosa... e agora? que nome?

Maravilhosas maravilhas

Maravilha ou Bougainvíllea

                                          Quem planta colhe, mas,também, quem planta se maravilha!
                                           É a sensação que temos ao contemplar o arco de flores
                                           que formamos à porta de casa que nos deleita os olhos e
                                           a alma.

Quando plantamos e começamos a tecer com cuidado as ramas
que formariam o arco de maravilhas, nem imaginamos que colheríamos
tanta beleza.

                                          Para entrar e sair de casa passamos sob a guirlanda
                                           de flores.

Colheita de raízes

Mandioca e batatas doces...

Quando nos propusemos a tornar produtivo este pequeno quintal
nos perguntamos sobre a possibilidade de obtermos além das
frutas e verduras, também um modo de produzir carboidratos
e proteínas. Dentre os carboidratos nos desafiamos a produzir
fontes de amido, raízes e tubérculos. Plantamos e colhemos
batatas em sacos e baldes. Mas, hoje atingimos uma produção
digna de ser partilhada com vocês. Entre mandioca, batata doce
e batata doce alaranjada, conseguimos colher cinco quilos de
raízes. 
Foto na cadeira para efeito de comparação. a maior mandioca
colhida mediu mais de cinquenta centímetros de comprimento.

As batatas doces foram plantadas em manilhas plásticas e bacias.
A mandioca foi plantada no solo, brigou bravamente com as
raízes do bambuzal e sobreviveu ...


                                                         Mandioca branca, batata doce da casca roxa e batata doce da
                                                        casca escura, mas alaranjada por dentro, como cor de abóbora.

Batata doce alaranjada assada, já saboreada no almoço de hoje.
Bendito seja Deus pela maravilhosa experiência de se comer
do fruto da terra, plantado, colhido e partilhado  por nós!

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Pêssegos deliciosos

                                                  Pêssegos saudosos...

                                 Foi o que nos restou dos pêssegos, fotos e saudades...
                                 Cuidamos com carinho, colocamos adubo orgânico,
                                 cada fruta foi envolta por um saquinho de organza,
                                 para evitar a aproximação da mosquinha da fruta.
                                 Mesmo assim, algumas conseguiram botar os ovos na
                                 casca das frutas  que encostaram na telinha, e alguns
                                 pêssegos receberam indesejadas larvas.
                                 Ano que vem vamos assumir a experiência comprovada
                                 por muitos fruticultores: saquinhos de papel manteiga.
                                 
Os frutos envolvidos pelo adereço fashion ...


Apesar de pequeno, o pessegueiro ficou carregadinho...
uns cem frutos, no terceiro ano de colheita.


A urdidura do tecido deu chance pra mosca da fruta...


                                     
                                            Pêssego da variedade Chiripá, vermelho quando maduro.


Polpa branca, firme e doce.

                                                 ... e caroço que solta inteiro, limpinho...
                              

domingo, 15 de janeiro de 2017

Melíponas ou abelhas sem ferrão

Ano Novo, novo projeto:

 Nosso quintalzinho cheio de flores
sempre atraiu pequenas abelhas nativas.
Desafiados por amigos, nos propusemos a
atraí-las para armadilhas com feromônios,
para que possamos criá-las em caixas próprias.
Assim pretendemos proporcionar melhor polinização 
para as frutíferas e ao mesmo tempo 
saborear seu delicioso mel.
Ainda ajudamos a preservar as
espécies nativas da região.
Agora é só esperar que elas venham...


                                                            A Armadilha feita com garrafa pet
                                                         e cheirinho de melíponas, pra atrair outras
                                                                 abelhas sem ferrão.

                                        A tampinha furada e cera de melípona ao redor do furo.


                                                A caixa de madeira feita a partir de pesquisas
                                                na internet. O marceneiro alterou um pouco
                                                a medida padrão, mas, ficaram boas.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Ninho de beija-flores

Tem vídeo novo:
https://m.youtube.com/watch?v=J8ea_WUl6_s&rdm=2c1zft736&client=mv-google

Copie o link e cole na barra de endereços. Desfrute nosso maravilhamento com estas avezinhas menores que nosso dedo polegar e de uma agilidade estonteante.


YouTube Gilda Cristina
Ninho de beija-flores 

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Flores do nosso quintal : Primavera 2016

E por falar em contemplação

É este o sentimento profundo que me invade.
Li uma vez um pensamento cujo autor desconheço:
"A vida tem a cor que a gente pinta"
Esta frase fazia composição com uma criança
 pintando uma tela.
Durante anos a mantive pendurada 
em minha porta e comunguei
com esta proposição, mesmo quando
o tempo insistia em pintar a vida
de tons à minha revelia...
Hoje, procurando flores para fotografar neste
pequeno quintal, admirei-me com as flores 
que plantei, e com aquelas que nasceram sozinhas, 
que nem recebem o nome de flores,
apenas de ervas daninhas,
mas,que, mesmo assim, nos revelam cores,
e nos convidam à mais bela viagem:
Para o interior de cada um de nós...
E assim você entente porque acho este
lugar um pedacinho do paraíso...
Porque tento pintar o paraíso com as cores
que a natureza me dá no caminho...

Flor de lavanda


Beijinho


A bougainvíllea iniciando a florada 


Gerânio vermelho


Capuchinha vermelha


Margaridinha amarela


Nosso canteiro de margaridinhas amarelas.


Margarida branca grande.


Uma flor de cactus de vaso.


Penta rosa.


Flor de araçá


Flor de manjericão


Flor de alho-do-campo (Erva daninha).


Botão de hibisco rosa.


Flor de erva-cidreira


A begônia de  metro 


Falsa camomila ( Erva daninha)


Trapoeiraba-azul ou erva de Santa Luzia ( Erva daninha)


Gerânio branco.