_AMOR, FLOR, VERDURA, PALAVRA, TUDO É SEMENTE!

_VIDA, HORTA, JARDINAGEM,

PROSA E POEMA:

PALAVRA ESCRITA E SEMEADA...

SEMPRE O MESMO PRINCÍPIO

GENEROSO DA SEMENTE.



Histórico e registro do projeto de criação e transformação de um quintal, hoje com horta, pomar e jardim, que já foi um grande monte de entulhos, mas que está se revelando um pedacinho do paraíso.
Verifique o "Antes e o depois" nos primeiros posts... Acredite... Aconteceu...
O possível se faz agora, o impossível demora um pouquinho mais...
De quebra vão alguns textos,receitas,meditações, artigos e poemas, semeados entre flores e verduras...
Que mistura...

Os textos e fotos são de própria autoria, aqueles que não o forem, trarão referência do autor.
Nossas imagens não deverão ser usadas para qualquer tipo de promoção de cunho comercial sob pena de responsabilização legal. Grata.


"Existe duas maneiras de ver o mundo: A primeira é que não existe milagres.
A segunda é que tudo é milagre."
Albert Einstein

Além das experiências em nosso quintalzinho, agregamos posts de quintais de amigos em: Visitando outros quintais.

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sábado, 7 de dezembro de 2013

Amora silvestre ou framboesa negra.


Já pesquisamos muito sobre este tipo de amora silvestre que nasceu
no nosso quintal, no entanto esta semana, depois de usar o excedente
da produção in natura em receitas culinárias, nos damos conta
do porque ela é também chamada de framboesa negra. 
O sabor e a cor depois de ter sido preparada na forma de suco,
 gelatina, geleia,ou mesmo o refresco feito a partir da calda,
 em tudo lembra a framboesa, e, não nos evocava este sabor, quando 
 as colhíamos do pé e consumíamos, cruas, ali mesmo, na horta.
Tomamos a liberdade de citar um site de pesquisa de um engenheiro
agrônomo de Minas, Rafael Pio que estuda esta
 raspberry-de-mysore, segundo ele, nativa do Himalaia.
Bonita de se ver! Generosa na produção. Responde bem às podas.
Boa de colher e comer no pé.
Deliciosa nos preparos de sucos e geleias.
Uma delícia na torrada.
Gostosa no recheio das panquecas.
Sabor leve na gelatina improvisada com a calda da
 framboesa e gelatina em pó.
Refrescante na bebida feita com a calda adicionada
à água gelada.
Uma geleia bonita e com efeito levemente laxante .

terça-feira, 7 de maio de 2013

Amora silvestre o ano todo!

A generosidade da Silva 
Quando percebemos que a amoreira silvestre ia dar uma parada na frutificação, resolvemos
podar alguns galhos que já haviam produzido, também para poder acomodar os ramos
sob a lona plástica que protege a horta elevada. Mas, tão logo os podamos, os ramos
brotaram e se enfeitaram de flores, produzindo ainda mais amoras que até agora!
Silva é o nome que se dá às amoras silvestres, esta provavelmente é uma 
Rubus niveus, rosácea rústica e muito espinhenta, que deve ser podada educada
 e conduzida para não virar praga. O interessante é que, apesar de selvagem,
 abandonada, na natureza,ela não frutifica tanto, como quando é  cultivada com
 cuidado. Mais detalhes sobre as amoras que temos no quintal, clique aqui .







quinta-feira, 26 de julho de 2012

Amora silvestre na estufa.

Silva 
ou
 Amora Silvestre

Conforme a postagem sobre as amoras no dia 17 de abril passado estamos
acompanhando a maturação extraordinária de amoras no inverno.
Isto porque coincidiu deste pé de amora ganhar a proteção da
estufa por ficar ao lado da nossa hortinha. Os frutos são uma poesia
para os olhos e um elogio ao paladar.

São muitos cachos da silva (amora rosácea) carregadinhos, apesar do inverno
 e das geadas.

Esta amora tem muitas sementes, que sobrevivem nos dejetos dos pássaros,
foi assim que ganhamos esta mudas, de presente dos passarinhos.


Podemos usar estas amoras para geleias e licores, além, é claro, da degustação ao
vivo e a cores, no pé da fruta mesmo.

Nasceram novos galhos com dúzias e mais dúzias de botões florais.
 A colheita promete.

Desde o começo de mês de agosto estamos saboreando as amora maduras, embora
não sejam muito doces, são saborosas e suculentas.





Por enquanto são estas as fotos das amoras maduras que já foram devoradas,
juntamente com as outras, as quais não houve tempo de fotografar. Esperamos
 ainda as muitas outras amoras silestres que virão.

sábado, 12 de maio de 2012

Silva ou amora silvestre

Apresentamos aqui a experiência de domesticar um pé de amora selvagem trazida
de presente pelos passarinhos. Quase nem se percebe quando nasce, mas, se não 
arrancamos logo teremos um grande espinheiro no meio do canteiro de alfaces.
Resolvemos transplantar uma muda destas para um dos canteiros verticais
e acompanhamos com carinho e atenção seu crescimento, colocando os limites 
necessários.


Colocamos três mudas a princípio, mas, logo percebemos que uma muda era mais do que 
suficiente, por causa do rápido desenvolvimento da planta.


Em uns três meses já estava tão grande a silva, que foi preciso podá-la em rama única 
e conduzi-la tutoreada em um dos arcos da cobertura da horta.


Medimos o seu desenvolvimento e, em pouco tempo a rama principal chegou a três metros.


Mas, o frio chegou e foi preciso colocar a lona plástica sobre a horta, já para prevenir
a chegada de geadas. Não teve como deixar a rama da amoreira do mato para fora da estufa,
tivemos que colocar o plástico sobre ela. Pensamos que a planta, rústica,   iria sofrer com as
 mudanças, mas, para nossa surpresa, descobrimos que ela gostou muito do ambiente de estufa.


O desenvolvimento da amoreira foi surpreendente no ambiente da estufa.


Sua rama ficou mais maleável e seus espinhos menos agressivos, mais tenros.


Como a amora silvestre é uma rosácea, da família das rosas mesmo, ficou parecida com
uma imensa roseira.


Foi necessário dobrar a rama e conduzi-la sobre si mesma , para evitar que invadisse
a passagem, ferindo alguém com seus espinhos. Aqui a rama já chega a us quatro
metros, aproximadamente.

A amoreira silvestre tutoreada sobre si mesma, como um cordão torcido.


Já dentro da estufa a brotação acelerou e já aparecem os primeiros botões florais.

Nas pontas das ramas já despontam as flores,  com minúsculos botões, muito parecidos
com botões de roseira.

Esperamos ansiosos pelas flores e pelas amoras, e esta safra nem vamos dividir 
com os passarinhos, pois,  a produção virá sob a proteção da estufa da horta.



Registramos aqui as fotos do desenvolvimento doméstico em estufa, da amora silvestre ou
simplesmente silva. As fotos abaixo foram  tiradas dia 13.06.2012, uns seis meses depois que
a muda foi transplantada para este canteiro vertical. Observe que já temos frutos. Tivemos
visitas de abelhas, mesmo estando a horta coberta com nossa estufa caseira.As flores da amora
são muito atrativas para as abelhas, garantindo a polinização.

As amoras ainda estão verdes, mas, sob liberdade vigiada. Não vemos a hora de saboreá-las.

Voltaremos a fotografar as frutas maduras, antes de serem devoradas...até...


Hoje é 26 de setembro de 2012 e temos cachos e mais cachos de amoras maduras e
 ainda em maturação como você pode ver abaixo:












       Com licença, agora vamos colher as amoras maduras, antes que se percam...