_AMOR, FLOR, VERDURA, PALAVRA, TUDO É SEMENTE!

_VIDA, HORTA, JARDINAGEM,

PROSA E POEMA:

PALAVRA ESCRITA E SEMEADA...

SEMPRE O MESMO PRINCÍPIO

GENEROSO DA SEMENTE.



Histórico e registro do projeto de criação e transformação de um quintal, hoje com horta, pomar e jardim, que já foi um grande monte de entulhos, mas que está se revelando um pedacinho do paraíso.
Verifique o "Antes e o depois" nos primeiros posts... Acredite... Aconteceu...
O possível se faz agora, o impossível demora um pouquinho mais...
De quebra vão alguns textos,receitas,meditações, artigos e poemas, semeados entre flores e verduras...
Que mistura...

Os textos e fotos são de própria autoria, aqueles que não o forem, trarão referência do autor.
Nossas imagens não deverão ser usadas para qualquer tipo de promoção de cunho comercial sob pena de responsabilização legal. Grata.


"Existe duas maneiras de ver o mundo: A primeira é que não existe milagres.
A segunda é que tudo é milagre."
Albert Einstein

Além das experiências em nosso quintalzinho, agregamos posts de quintais de amigos em: Visitando outros quintais.

Em Marcadores,
acesse
o Índice Alfabético Remissivo com todos os assuntos.

Mostrando postagens com marcador Reciclagem. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Reciclagem. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Compostagem: Folhas do ipê rosa.

Até a última folha.

Esperamos cair todas as folhas do ipê e as recolhemos, até a última, para guardá-las.
Recicladas serão usadas como húmus daqui há uns dois anos. Sem pressa...
Elas literalmente voltam a ser terra, terra de floresta. Na coleta anterior
surgiram inclusive minhocas, surpreendentemente, dentro dos sacos.



quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Composteira aberta: Cheiro de floresta.


Depois de uns três ou quatro meses de espera, abrimos uma 
da manilhas plásticas usadas como usina de compostagem.
Como o tubo é vazado , minhocas sobem do solo e digerem o 
lixo da cozinha, fazendo do composto orgânico resultante
do lixo vegetal e cascas de ovos, também
um rico húmus de minhocas.


                                   Muitas minhocas gordas no meio do composto orgânico.


                                Composto orgânico e húmus de minhoca com cheirinho de terra
                                de floresta, escuro, úmido e soltinho como pó de café.


                                 Ao lado da composteira nosso depósito de esterco de aves,
                                  provindos de um pequeno galinheiro, já começa a ser misturado
                                  ao composto orgânico substituindo a terra como matéria seca,
                                  o que tornará o composto mais concentrado.


                                O pequeno pé de banana transplantado recentemente parece ter
                                gostado do terreno ao lado das composteiras.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Jardim na Caneca.

                       Reciclagem: Xícaras ou canecas de louça.

                       Aproveitamos várias canecas que estavam trincadas ou lascadas e as 
                       transformamos em preciosos mini-jardins. Algumas já se foram, antes de 
                       serem fotografadas, presenteadas a amigos.

                                   
                             Com pequenas folhagens coloridas e algumas suculentas compomos
                             um mini-jardim de fácil manutenção: Uma colher de sopa de água, duas
                             a três vezes por semana.
                             Se houver vazamentos na caneca regar mais vezes.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Reciclagem com garrafas PET.

Como fazer um canteiro para a horta usando
pets recicladas e mulch:
 
Ganhamos dos vizinhos um bocado de terra boa para nossa horta e não tínhamos
canteiro onde colocá-la, então, seguindo a sugestão de Silvia, nossa grande amiga,
usamos uma técnica de garrafas pet, para construir um canteiro um tanto elevado,
que ela usou na sua horta escolar. Garrafas cheias d'água, para substituir tijolos.
Não precisa ser água potável, pode ser água da chuva, para quem tem
condições de armazená-la. A garrafa deve ficar tão vedada que não sairá água,
como também não entrará nada. Os próprios rótulos das garrafas servem como
veda-rosca, mas, se quiser, pode-se usar veda-rosca de hidráulica,  para evitar
com certeza qualquer vazamento.
 

Podemos separar por tamanho, cor ou formato da garrafas. Formando o desenho desejado.
Cada 10 garrafas perfazem um metro de canteiro, se forem garrafas de 3 litros ou mais,
são necessárias 8 ou 9 garrafas. Fizemos este canteiro com 3.00 m por 0,80 cm
aproximadamente. Como é ém formato curvo usamos perto de 80 garrafas.

 Encher de água a garrafa, o máximo possível. Sem deixar espaços para o ar. Nestas
condições, as garrafas atingem uma certa dureza e firmeza para manuseio e uso como
"tijolos".
 Para quem tem disponibilidade de terra solta ou areia, e disposição, as garrafas
também podem ser enchidas de terra ou areia,  bem sacudidas, com a ajuda de um funil.
Esta outra técnica é usada para construção de casas em engenharia alternativa com
 materiais reciclados.
 Testar bem as garrafas cheias d'água, virando-as de cabeça para baixo, para ver se não
 há vazamentos.

Preparados estes "tijolos" diferentes, passamos à composição da terra e das camadas
de insumos naturais que compõe o canteiro.
Aproveitamos as folhas secas que caíram do ipê-rosa para testar a técnica de mulch
ou cobetura morta. Tivemos montes de folhas secas que não recolhemos do
gramado propositalmente para protegê-lo das geadas. Deixadas ao sol, vento e sereno,
as folhas secaram naturalmente. Agora, no fim do inverno, nós as usamos como
cobertura morta para este canteiro especial ( inspirado em técnicas de permacultura).

          Abaixo: as etapas do desfolhamento do ipê-rosa. Primeiro a copa verdinha.

 
 As folhas do ipê foram caindo devagar e sendo substituídas por lindas flores rosa.

                                    Até que todas as folhas do ipê caíram. E só sobraram flores.
 
                                 Muitas flores de ipê-rosa.
 
                       E muitas folhas secas no chão. Muitas mesmo.Nas calçadas...

                                                                            E no gramado.
 
 
  Primeiro foi montado o canteiro cercado com as garrafas, firmadas com a terra que
vai ao redor das mesmas. Não fotografamos as etapas, mas o fundo foi coberto de
uma camada grossa de jornal molhado, para evitar o crescimento de ervas daninhas
e, principalmente, abafar o surgimento de brotos do bambu. Às vezes é quase
impossível controlar os brotos do bambu aqui neste quintal, pois eles nascem
até pelos buracos dos tijolos e no meio das pedras.


 Depois da camada grossa de jornal molhado cobrindo o fundo, colocamos calcáreo,
folhas secas,  terra, composto orgânico, misturado com um pouco de areia, cinza (sem sal),
mais  terra de compostagem com humus de minhoca, e por último, uma camada generosa
de folhas secas.

Aproveitamos bem as folhas secas do ipê-rosa. Não usamos  as folhas
secas do bambu pois são muito ácidas e lenhosas e costumam matar as plantas
ao seu redor, além de não se decomporem facilmente como as folhas do ipê e da
árvore-da-china, que fica na calçada em frente da casa, e que usamos na compostagem
no ano passado. Temos ainda armazenados sacos de folhas do ano passado. Mas
nesta condição, armazenadas em saco pretos para lixo, elas demoram mais de dois anos
para de decomporem, depois viram um composto com cheiro de floresta.


Ficou assim o canteiro depois de pronto. As verdurinhas plantadas no meio das
folhas secas do ipê-rosa, como nascem as plantinhas das florestas. A umidade
fica garantida pela cobertura morta ou mulch.

E o canteiro cercado com as garrafas fica ainda muito bonito e com certa elevação
do solo.


Estamos curiosos por ver o desenvolvimento das plantas nesta mistura de solo.
Deixamos de propósito um espaço maior entre as plantas para que se desenvolvam
mais do que aquelas que temos plantadas na horta elevada, das quais colhemos as
folhinhas de verdura ao redor do pé. Temos assim, na horta elevada, verdura sempre
fresca, sem nos preocuparmos com pés volumosos de verdura, mas com folhas sempre
novas e frescas, sem nada se perder. Como nossa técnica de enriquecimento do canteiro
da horta elevada era feito só com terra da compostagem, queremos comparar os resultados
finais desta técnica de canteiros enriquecidos e cobertos de mulch, também no tamanho
dos pés das verduras.

Conforme o desenvolvimento das plantas, esta técnica será adotada também na horta
elevada e canteiros verticais, pois, além das camadas de insumos naturais que enriquecem
o solo, fica garantida a economia da água na irrigação do canteiro, pois as folhas impedem
a evaporação.
 

sábado, 26 de maio de 2012

Um coreto e uma treliça.

Num cantinho muito especial criamos um ambiente de roça, para lembrar aqueles 
armazéns antigos do interior.Também aqui  aproveitamos madeira de demolição.
apenas compramos as ripas usadas na treliça abaixo, que são de pinus de área de
reflorestamento.


As plantas aromáticas que são podadas, não são descartadas, são colocadas para desidratar
nestes sacos de papel de pão reciclados. É o melhor jeito de conseguir uma secagem uniforme
e sem fungos. Depois de bem sequinhas, as ervas aromáticas ou medicinais podem ser colocadas
em saquinhos plásticos, para guardar ou distribuir para os vizinhos e amigos, respeitando um
determinado prazo de validade.

A bancada  serve para trabalhar com vasos, mudas e pequenas experiências com bonsais.

O caminho de pedra brita é limitado pela treliça. Do outro lado os beijinhos africanos tiveram
licença para tomar conta.O canteiro assombreado não se revelou útil para outro cultivo.
até as begônias melaram,  pois a pouca luz que ali chega,  é filtrada pela telha translúcida.

A madeira de demolição foi impermeabilizada com óleo de linhaça, depois de uma leve
lixa que deixou ainda uma antiga camada de pintura. A treliça permite que as flores vazem
e embelezem a margem da estradinha de pedregulhos.

                                            A vista interna do balcão com a treliça florida.

                                       A vista externa da treliça florida, carregado de beijinhos.

 Uma vista mais afastada revela o ambiente de armazém de cidade antiga do interior
Ao lado esquerdo faz conjunto com a lavanderia.

As pedrinhas foram a escolha para um revestimento que evitasse o barro e ao mesmo
tempo permitisse a permeabilidade do terreno. Ao longo do caminho de pedras há um dreno
de 0,80 cm de profundidade, com cano corrugado, brita e manta geotêxtil, que suga toda a
água da chuva que alague o terreno e a envia para uma caixa de concreto que tem ligação com
a rede fluvial. Um cano passa por baixo das raízes do bambuzal e leva a água deste dreno e
outras quatro valas que fazem a drenagem do quintal, evitando alagamentos. Mesmo numa
grande chuva, em vinte minutos, o terreno está enxuto.

Neste cantinho também armazenamos material reciclável para as caixinha de mudas.

E ainda guardamos as palhas dos brotos de bambu, esperando uma inspiração para um
 artesanato.

A antiga cesta de vime serve para guardar sementes.

                                 Uma velha peneira de bambu dá um toque saudosista.


Antigas lembranças da família sobre o velho caixote de uvas que serve para guardar
ferramentas de jardinagem. Velhas xícaras que servirão para plantar suculentas, dão
um aspecto bucólico ao conjunto.

Caixote reciclado para guardar ferramentas da horta e jardim.


Artesanato indígena e tacho antigo de fazer doces, convidam a recordar.

Material reciclável que será usado no canteiro vertical que ladeia a lavanderia. As garrafas
usadas, serão transformadas em vasos de flores e verduras.


O manjericão desidratado guarda ainda o perfume quando é tocado e perfuma o entorno.


As ervas secas esperando a vez de serem empacotadas em plástico e datadas para virarem
 presentes para  vizinhos e amigos.


                                          O pré- bonsai de azaleia florido.


                                           A brilhantina cultivada cobre o vaso do pré bonsai de figo.


                               Ainda estamos testando e pesquisando a arte de fazer bonsais.


Um pré- bonsai de cinco anos de pitanga, esperando a vez de ir para um vaso
próprio. Ainda não foi podada a raiz. Esta muda foi trazida pelos passarinhos
e plantada por eles num outro vaso menor no qual ela ficou uns quatro anos.


O musgo esperando a primavera para aconchegar os ninhos das sabiás. Elas vêm buscar
ajuda para fazer os ninhos... Folgadas...

                                 Detalhe do artesanato indígena em bambu.

                           Vista do caminho de pedriscos que atravessa nosso coreto improvisado.


                                    Material reciclável reservado para a distribuição de mudas.


                                               Pinhões que virarão florestas de araucárias.


Estas mudas já receberam destino e vão para chácaras de amigos.Um dia serão
belos pinheiros de araucária.