_AMOR, FLOR, VERDURA, PALAVRA, TUDO É SEMENTE!

_VIDA, HORTA, JARDINAGEM,

PROSA E POEMA:

PALAVRA ESCRITA E SEMEADA...

SEMPRE O MESMO PRINCÍPIO

GENEROSO DA SEMENTE.



Histórico e registro do projeto de criação e transformação de um quintal, hoje com horta, pomar e jardim, que já foi um grande monte de entulhos, mas que está se revelando um pedacinho do paraíso.
Verifique o "Antes e o depois" nos primeiros posts... Acredite... Aconteceu...
O possível se faz agora, o impossível demora um pouquinho mais...
De quebra vão alguns textos,receitas,meditações, artigos e poemas, semeados entre flores e verduras...
Que mistura...

Os textos e fotos são de própria autoria, aqueles que não o forem, trarão referência do autor.
Nossas imagens não deverão ser usadas para qualquer tipo de promoção de cunho comercial sob pena de responsabilização legal. Grata.


"Existe duas maneiras de ver o mundo: A primeira é que não existe milagres.
A segunda é que tudo é milagre."
Albert Einstein

Além das experiências em nosso quintalzinho, agregamos posts de quintais de amigos em: Visitando outros quintais.

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quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Ninho de beija-flores

Tem vídeo novo:
https://m.youtube.com/watch?v=J8ea_WUl6_s&rdm=2c1zft736&client=mv-google

Copie o link e cole na barra de endereços. Desfrute nosso maravilhamento com estas avezinhas menores que nosso dedo polegar e de uma agilidade estonteante.


YouTube Gilda Cristina
Ninho de beija-flores 

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Flores do nosso quintal : Primavera 2016

E por falar em contemplação

É este o sentimento profundo que me invade.
Li uma vez um pensamento cujo autor desconheço:
"A vida tem a cor que a gente pinta"
Esta frase fazia composição com uma criança
 pintando uma tela.
Durante anos a mantive pendurada 
em minha porta e comunguei
com esta proposição, mesmo quando
o tempo insistia em pintar a vida
de tons à minha revelia...
Hoje, procurando flores para fotografar neste
pequeno quintal, admirei-me com as flores 
que plantei, e com aquelas que nasceram sozinhas, 
que nem recebem o nome de flores,
apenas de ervas daninhas,
mas,que, mesmo assim, nos revelam cores,
e nos convidam à mais bela viagem:
Para o interior de cada um de nós...
E assim você entente porque acho este
lugar um pedacinho do paraíso...
Porque tento pintar o paraíso com as cores
que a natureza me dá no caminho...

Flor de lavanda


Beijinho


A bougainvíllea iniciando a florada 


Gerânio vermelho


Capuchinha vermelha


Margaridinha amarela


Nosso canteiro de margaridinhas amarelas.


Margarida branca grande.


Uma flor de cactus de vaso.


Penta rosa.


Flor de araçá


Flor de manjericão


Flor de alho-do-campo (Erva daninha).


Botão de hibisco rosa.


Flor de erva-cidreira


A begônia de  metro 


Falsa camomila ( Erva daninha)


Trapoeiraba-azul ou erva de Santa Luzia ( Erva daninha)


Gerânio branco.

Contemplação: Observar os peixes.

Carpas coloridas no jardim

Quando nos propomos a criar no quintal um sistema 
de aquaponia  ou hidroponia orgânica, pensamos
muito sobre a participação dos peixes nesse processo.
Já criamos nos tanques do jardim várias espécies
de peixes. Tivemos jundiás e tilápias com a finalidade
de consumo e produção de adubo natural nitrogenado.
Mas, e os nossos amigos peixes?
Aí a gente cria o bichinho com todo o 
carinho e um dia:__come ? 
Já vi isto acontecer duas vezes, por dois motivos:
Primeiro que a opção de biosustentabilidade era
produzir no quintal uma fonte de proteína.
Segundo, influenciada pelos comentários
dos amigos;que cobravam a finalidade dos peixes
 "E aí, quando vamos comer estes peixes?"
Parece obvio que isto é o que deveria acontecer,
 mas, isto não chegou a me contentar...
Não cheguei a provar do peixe que criei...
Então, a última vez que despescamos e os tanques 
ficaram vazios,  resolvi que não colocaria mais peixes
que iam despertar nos observadores a vontade de
vê-los fritos, mas sim, que invocassem um outro 
patamar de experiências: Contemplação...
Por isso optei por colocar desta vez, carpas coloridas.
Observar estes peixes nos traz sentimentos de paz
e tranquilidade, sem falar na docilidade deles
ao se acostumar com o tratador, 
demonstrando reconhecê-lo.
Mas, e quando elas crescerem tanto que se torne 
inviável sua permanência nos tanques?
Já tenho na agenda um telefone de um senhor 
que tem na chácara  um lago e então iremos
mandar para lá aquelas que alcançarem
determinado tamanho. Pena que elas nunca
vão reproduzir, pois criados em laboratórios,
os alevinos que encontramos para comprar
são sempre e apenas machos revertidos, 
 sem uma fêmea  para a reprodução.
E a fonte de proteína no nosso quintalzinho? 
Que nos contente as folhinhas verdes e nutritivas
 do ora-pro-nobis
que afinal das contas, tem quase tanto
proteína biodisponível quanto a carne!








segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Quintal produtivo I





Que beleza!

A primavera nos tirou a tristeza causada pelas geadas.
Nosso quintal ficou destruído este ano. Seco e feio.
Pensei em fotografar o desastre, mas, me reservei 
pra quando chegasse a primavera. 
E valeu a pena! Por onde se olha é broto novo, flor e fruto. 
Sem falar nos ninhos e canto de passarinhos por todo lado.


 Limão Taiti na primeira florada. As manchas azuis
 nas folhas são resíduos de calda bordalesa, um produto
 à base de cal virgem e sulfato de cobre, permitido
plenamente na agricultura orgânica. Fortalece as plantas,
 e é antifúngico. Se preparada corretamente seu ph é neutro
 e não agride a natureza.

O pessegueiro antes de ter seus frutos envoltos em sacos de organza.


Primeira florada da laranja bahiana.

Florada do chuchu.



Escandalosa florada do araçá branco

Pessegueiro fashion!!!

Frutos protegidos um a um...

Saquinhos de organza! Que chic! Foi assim que ficou
nosso pessegueiro depois que colocamos a proteção
individual contra as mosquinhas,pra não dar bicho!
Compramos a centena num atacado. Estas embalagens
servem para presentear bijuterias, mas foi nossa opção
este ano. Esperamos lavá-las e usá-las novamente. 
 No ano passado havíamos encapsulado o 
pessegueiro todo numa tela azul. Valeu contra as
aves gulosas, mas, não nos protegeu das larvas dentro
de alguns frutos. Vejamos este ano se a proteção
fica aprovada. Depois eu conto...

O pequeno pessegueiro com três anos e aproximadamente 90 frutos.


A casinha ao lado do pessegueiro era de uma antiga decoração de natal, mas,
os passarinhos sempre aproveitam pra fazer ninho na primavera.

domingo, 16 de outubro de 2016

Plantar a própria comida.

                                              Segurança Alimentar

                      Ultimamente temos ouvido falar muito acerca de segurança alimentar. 
                      Tenho pensado como seria gratificante se, ao invés de idealizarmos
                       tanto o discurso, nos ativéssemos em gestos simples como plantar.
                       Plantar em qualquer punhadinho de terra, em qualquer pedacinho 
                      de chão. Plantar verduras, plantar frutíferas. Mesmo que seja para 
                      outros colherem. Até em vasos podemos fazer uma boa horta.
                      Quantos quintais improdutivos ou abandonados. Ou mesmo com
                      vagos espaços mal aproveitados cultivando grama de boa qualidade.
                      Nosso pequeno gramado tem função estratégica. É o espaço reservado
                      para que o sol gire e atinja as plantas dentro deste pequeno quintal
                      cercado de bambus.
                      Existe segurança alimentar no gesto de escolher as sementes, evitar 
                      transgênicos, não consumir combustíveis para transporte ou compra.
                      Ainda se faz uma grande economia colhendo alfaces orgânicas no
                      quintal, no momento mesmo de servir a salada: Quando vamos ao
                      mercado pra buscar a tal salada, sempre lembramos de algo que nos
                      falta em casa, e aí impera o risco de sempre gastar mais que se precisa.
                      Nem se fala na prazerosa sensação de se comer o fruto do trabalho
                     das próprias mãos, e da alegria de se poder partilhar o excedente com
                     os vizinhos criando vínculos de amizade.
                      O cacho de bananas da postagem anterior foi repartido por meia dúzia
                      de vizinhos. E este ano acho que virão mais dois cachos novos...
                      Este ano vamos tentar deixar as bananas amadurecerem no pé. Humm.

                     Segue abaixo  fotos de algumas verdurinhas e temperos,  produção
                     da nossa hortinha, nesta estação. 

                      É bom voltar a partilhar este espaço e ideias com vocês...

                      Sejam sempre bem vindos!