_AMOR, FLOR, VERDURA, PALAVRA, TUDO É SEMENTE!

_VIDA, HORTA, JARDINAGEM,

PROSA E POEMA:

PALAVRA ESCRITA E SEMEADA...

SEMPRE O MESMO PRINCÍPIO

GENEROSO DA SEMENTE.



Histórico e registro do projeto de criação e transformação de um quintal, hoje com horta, pomar e jardim, que já foi um grande monte de entulhos, mas que está se revelando um pedacinho do paraíso.
Verifique o "Antes e o depois" nos primeiros posts... Acredite... Aconteceu...
O possível se faz agora, o impossível demora um pouquinho mais...
De quebra vão alguns textos,receitas,meditações, artigos e poemas, semeados entre flores e verduras...
Que mistura...

Os textos e fotos são de própria autoria, aqueles que não o forem, trarão referência do autor.
Nossas imagens não deverão ser usadas para qualquer tipo de promoção de cunho comercial sob pena de responsabilização legal. Grata.


"Existe duas maneiras de ver o mundo: A primeira é que não existe milagres.
A segunda é que tudo é milagre."
Albert Einstein

Além das experiências em nosso quintalzinho, agregamos posts de quintais de amigos em: Visitando outros quintais.

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Mostrando postagens com marcador Batata no saco. Mostrar todas as postagens
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sexta-feira, 15 de novembro de 2019


Vamos Fazer uma Horta ? 

       Sinto-me comprometida em retomar o diálogo aqui iniciado desde 2011. O que nos move comunitariamente tem sido o amor à natureza e o desejo de preservação que vai muito além da permanência estática da natureza como se encontra, o que já seria grande coisa, mas, compartilho  também com vocês o desejo que agreguei dos adeptos da permacultura: Anseio por uma natureza resgatada na sua condição de paraíso, na sua dimensão de excelência em beleza, produção e partilha de vida. Vivida nessa condição,  a relação com a Natureza dos revela a face da justiça, não uma justiça comum dos homens, mas, uma justiça à moda hebraica conforme nos revela o filósofo Emmanuel Levinas, uma justiça carregada de misericórdia, como o olhar do próprio Deus nos vê. Segundo Levinas, uma das maneiras que Deus se revela a nós, é no olhar do outro, mesmo desconhecido, com o qual nosso olhar cruza e, num ápice de segundo,  o reconhecemos como nosso irmão. É por este irmão que não conhecemos, que ainda nem nasceu, que sentimos a responsabilidade de preservar o rio, o ar puro e a floresta. É por esse irmão, próximo ou distante que queremos incentivar o aprimoramento de técnicas de hortas urbanas e motivar vizinhanças a produzir verduras sadias e compartilhar o excedente. Toda esta motivação pra te perguntar: E você, tem feito horta em casa??? Em que posso ajudar para que isso se realize? Você tem um espaço? Posso ajudar com o projeto? No Índice Remissivo tem várias ideias de projeto, o que não significa que não possamos pensar em outros... Podemos conversar a respeito? Sinta-se à vontade para compartilhar suas ideias sobre horta caseira. Abraço. 

sábado, 17 de junho de 2017

Colheita de raízes

Mandioca e batatas doces...

Quando nos propusemos a tornar produtivo este pequeno quintal
nos perguntamos sobre a possibilidade de obtermos além das
frutas e verduras, também um modo de produzir carboidratos
e proteínas. Dentre os carboidratos nos desafiamos a produzir
fontes de amido, raízes e tubérculos. Plantamos e colhemos
batatas em sacos e baldes. Mas, hoje atingimos uma produção
digna de ser partilhada com vocês. Entre mandioca, batata doce
e batata doce alaranjada, conseguimos colher cinco quilos de
raízes. 
Foto na cadeira para efeito de comparação. a maior mandioca
colhida mediu mais de cinquenta centímetros de comprimento.

As batatas doces foram plantadas em manilhas plásticas e bacias.
A mandioca foi plantada no solo, brigou bravamente com as
raízes do bambuzal e sobreviveu ...


                                                         Mandioca branca, batata doce da casca roxa e batata doce da
                                                        casca escura, mas alaranjada por dentro, como cor de abóbora.

Batata doce alaranjada assada, já saboreada no almoço de hoje.
Bendito seja Deus pela maravilhosa experiência de se comer
do fruto da terra, plantado, colhido e partilhado  por nós!

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Batatas no jardim, no balde, no saco!

 Vá plantar batatas! 

Mostramos aqui nossa experiência no ano passado 
quando plantamos batata inglesa em sacos descartados 
de ração e caixotes improvisados, como você 
pode ver aqui .

(Observação: Só para lembrar; temos uma condição especial do solo que não nos
 permite um cultivo convencional, pois, o quintal cercado de bambus tem a terra ressecada
 e tomada por uma rede de rizomas e radículas prontas para sugar todo nutriente do solo.
Plantar qualquer coisa aqui é uma ato de loucura ou heroísmo, ou os dois...)




 Na ocasião plantamos na estufa por causa do inverno, mas as geadas
foram muito severas e mesmo na estufa as folhas se queimaram antes da produção atingir
 seu ponto forte.


 Assim mesmo você pode ver que conseguimos um bom desenvolvimento das ramas
e algumas batatinhas para matar a vontade de comer o que as próprias mãos plantaram.

Depois desta "quase" produção de batatas, resolvemos diversificar para batatas doces.
Usamos a mesma técnica, isto é, utilizamos os mesmos sacos usados na plantação 
anterior.

Usamos também velhos baldes, latas e tambores de plástico, conforme
aprendemos num vídeo  português. Conseguimos as mudas colocando
uma batata para brotar, numa tigela com água. Depois fomos cortando
os nozinhos dos brotos e plantando. Deixamos lá bom uns bons meses.





                                    Depois que colhemos o milho da caixa  utilizamos a mesma
                                    caixa para enrolar as ramas de batatas. Não é que deu certo!

                             
                                Primeiro nos surpreendemos com uma bela batata doce roxa à flor
                                da terra, pedindo para ser colhida.
                                 Deixamos mais um tempo para engrossar mais as raízes que vimos
                                destacadas em roxo, no meio da terra.


                                Depois, pedimos ajuda para virar o balde de terra no carrinho de
                                pedreiro. Reviramos a terra como criança. E tinha batatas.
                                Poucas e doces, mas colhemos uns três quilos ao todo.
                                Foi pouco para partilhar com todos que queriam experimentar.


                                         Percebemos que desenvolveram-se melhor aquelas  batatas doces
                                         cultivadas com mais areia na composição do solo porque
                                         se desenvolveram mais rápido e não criaram este fungo que
                                         se apareceu no saco que tinha o solo mais argiloso e úmido.

Depois que colhemos as raízes que já estavam"gordinhas"
replantamos algumas ramas para ver se ainda vem mais alguma 
batata doce. 

Então:
Se você tem um saco vazio de ração do seu cachorro,
um velho balde ou um caixote de madeira,
e uma sacada onde bate sol, você também pode
ser um feliz agricultor. Vá plantar batatas!
Seja Feliz!