_AMOR, FLOR, VERDURA, PALAVRA, TUDO É SEMENTE!

_VIDA, HORTA, JARDINAGEM,

PROSA E POEMA:

PALAVRA ESCRITA E SEMEADA...

SEMPRE O MESMO PRINCÍPIO

GENEROSO DA SEMENTE.



Histórico e registro do projeto de criação e transformação de um quintal, hoje com horta, pomar e jardim, que já foi um grande monte de entulhos, mas que está se revelando um pedacinho do paraíso.
Verifique o "Antes e o depois" nos primeiros posts... Acredite... Aconteceu...
O possível se faz agora, o impossível demora um pouquinho mais...
De quebra vão alguns textos,receitas,meditações, artigos e poemas, semeados entre flores e verduras...
Que mistura...

Os textos e fotos são de própria autoria, aqueles que não o forem, trarão referência do autor.
Nossas imagens não deverão ser usadas para qualquer tipo de promoção de cunho comercial sob pena de responsabilização legal. Grata.


"Existe duas maneiras de ver o mundo: A primeira é que não existe milagres.
A segunda é que tudo é milagre."
Albert Einstein

Além das experiências em nosso quintalzinho, agregamos posts de quintais de amigos em: Visitando outros quintais.

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quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Trapoeraba-roxa: um grande problema

                 Cuidado com a trapoeraba!                                                      

 Para você que gosta de compor bordaduras no jardim e gosta de misturar as cores das plantas,
 aí vai uma experiência que tivemos com a trapoeraba-roxa: Fazia tempo que achávamos
bonita a tal planta e quando a vimos, no jardim de uma empresa, próxima ao nosso dentista,
não hesitamos em bater a campainha e pedir umas mudinhas. Logo elas se desenvolveram
produzindo mais mudas que remanejamos, encantados pelo colorido das folhas. Quando
floresceu, ficou ainda mais bonita.
Como havíamos plantado lambari roxo ao redor da jabuticabeira, resolvemos compor uma 
bordadura com dois tons de roxo, assim, acrescentamos umas mudinhas da trapoeraba-roxa. 
Nesta época encontramos uma postagem na internet chamando a atenção sobre o perigo de se 
plantar esta folhagem no quintal, por ser demasiadamente invasiva e de difícil controle,
podendo tornar-se uma praga incontrolável.
Resolvemos fazer uma inspeção no vaso da jabuticabeira e levamos um belo susto. Todo
o vaso havia sido tomado por rizomas moles e profundos, que se arrebentavam ao puxar.
Desta maneira a planta se espalha e não há como erradicá-la. Tivemos que revirar toda
a terra do vaso, retirando um amontoado de rizomas, quase um quilo, sendo necessário revolver
até o fundo do vaso, inclusive entre as raízes da pequena frutífera, trocando toda a terra.
A jabuticabeira sobreviveu, plantamos de volta apenas os lambaris, que têm raízes superficiais e 
ajudam a manter a umidade.
Arrancamos todas as mudas de trapoeraba-roxa do quintal e as descartamos depois de deixar 
secar, mas não nos livramos, de vez em quando, de encontrar um rizoma brotando aqui ou ali
e se  tentamos arrancá-lo ele  utiliza a mesma técnica de arrebentar e se fazer de morto, para
brotar mais tarde em ouro canto.
Se num vaso a planta  já se espalha tanto, imagine no solo! Cuidado com a trapoeraba roxa.


A trapoeraba roxa que precisou ser eliminada do vaso e do quintal.

sábado, 29 de outubro de 2011

Pragas e invasores


Pesquisamos  e descobrimos que o excesso de chuva e umidade 
foi o responsável pelos fungos  que infestaram nosso quintal. 
Preferíamos não usar nenhum defensivo mas, tivemos
que apelar para os chamados defensivos orgânicos e naturais.


Neste caso as couves foram tomadas por um aspecto melado 
e depois escureceram.
Isto porque os pulgões que habitam o bambuzal produziram
 em excesso uma secreção adocicada que depois
fica mofada, produzindo um fungo chamado fumagina, 
porque parece fuligem.
Usamos um chá de fumo picado diluído em água de sabão.
Já recuperamos a maioria.


Aqui foram os pulgões os invasores.
Como eles comem os brotos das
plantas, precisamos agir rápido.
Usamos água fervida com sabão neutro,
depois um jato forte de água com a mangueira
retirou os pulgões mortos...


Cerca de proteção fora de controle...
O invasor, neste caso, foi o bambu, que  nasceu bem no meio 
do lago de pedras do jardim japonês.
Deixamos que este ficasse aqui, pelo aspecto ornamental 
 interessante.
Acidentalmente, ele teve sua gema apical quebrada,
por isso, espalhou-se mesmo com baixa estatura.
                                       

                                            Os brotos de bambu 
                                  invasores que vão pra panela, 
                                         depois para os vidros de conserva...
                                                Manejo e controle da espécie...


        Esta helicônia veio junto com a caliça 
     e atravessou uns quarenta centímetros 
     de entulhos e de terra, até chegar à luz. 
     Invasora bem acolhida no meio
     do canteiro das verduras. 


                                  Tomateiros  oriundos da compostagem nascem espontaneamente.
                                  Para alguns será permitido o crescimento ou transplante.


Invasor bem-vindo.
Nascido por geração espontânea...


                                 
Matinho bonito. A brilhantina...



Consórcio: sempre que plantamos morangos,
os trevos aparecem.
Como os morangos parecem não se incomodar
permitimos o interessante conjunto de flores e frutos...


                             Não precisamos plantar espinafre, 
eles sempre nos brindam com sua
                             presença no meio dos canteiros...
O suficiente para uma sopa ou omelete.


 O pico pico ou picão tem seu passaporte livre
  e crescimento controlado por causa de sua 
  ação medicinal anti-inflamatória.

 Os beijinhos já estavam aqui quando chegamos,
                                                neste caso, os invasores, fomos nós...

















  
Não  sei o nome deste matinho, mas, 
faz um belo efeito decorativo nesta treliça...

                               

                                Esta invasora  nasceu no meio do musgo,
que tem sido cultivado 
para adornar os bonsais:
 Uma linda samambaia...


Os passarinhos são bem vindos, mas, invadem, tomam conta, demarcam seu território. A velha panela de barro usada para isolar a tomada de luz , uma minúscula casa de máquinas para movimentar o motor da fonte, tem sido alvo da pontaria das aves. Assim como a fonte, que precisa usar um velho guarda-chuva para sua proteção.
                           
                               




















                                  A ipomea é a única que convive 
pacificamente com a acidez 
                                  do solo, provocada pelo bambu. 
Invasão permitida e estimulada.
                                  Planta trepadeira com delicadas flores roxas que abrem pela manhã
                                  e fenecem ao entardecer:
 Como é citado na Sagrada Escritura  acerca 
                                  da curta passagem do homem sobre a terra...