_AMOR, FLOR, VERDURA, PALAVRA, TUDO É SEMENTE!

_VIDA, HORTA, JARDINAGEM,

PROSA E POEMA:

PALAVRA ESCRITA E SEMEADA...

SEMPRE O MESMO PRINCÍPIO

GENEROSO DA SEMENTE.



Histórico e registro do projeto de criação e transformação de um quintal, hoje com horta, pomar e jardim, que já foi um grande monte de entulhos, mas que está se revelando um pedacinho do paraíso.
Verifique o "Antes e o depois" nos primeiros posts... Acredite... Aconteceu...
O possível se faz agora, o impossível demora um pouquinho mais...
De quebra vão alguns textos,receitas,meditações, artigos e poemas, semeados entre flores e verduras...
Que mistura...

Os textos e fotos são de própria autoria, aqueles que não o forem, trarão referência do autor.
Nossas imagens não deverão ser usadas para qualquer tipo de promoção de cunho comercial sob pena de responsabilização legal. Grata.


"Existe duas maneiras de ver o mundo: A primeira é que não existe milagres.
A segunda é que tudo é milagre."
Albert Einstein

Além das experiências em nosso quintalzinho, agregamos posts de quintais de amigos em: Visitando outros quintais.

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quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Nossas colheitas de Verão - 2013


                                Esta semana estamos colhendo, limpando, podando, para que
                                venham os novos canteiros e novas verduras.
                                Enquanto isto colhemos os frutos da nossa hortinha e pequeno
                                pomar. Partilhamos abaixo nosso maravilhamento diante das
                                pequenas conquistas.

                                Bacia de agrião colhida no canteiro de pedras do aquário.


  Primeira colheita de figos, viraram doce em calda e as folhas produziram 
um delicioso licor.

Saladinha colorida de folhinhas de alface bebês bem fresquinha.


Jabuticabas que já foram devoradas, antes de serem fotografadas maduras.


                      Jabuticaba madura e solitária. A única que sobrou para ser fotografada.

Amostra das frutas silvestres colhidas no quintal. Só pra dar vontade.


                                 Physalis em segunda colheita ou produção continuada.

                                 Morangos dos canteiros verticais só pra dar água na boca.
                           

Amostras de Amoras negras ou Rubus niveus.


A última colheita do feijão-orelha de-padre antes de ter suas rama limpas
 e podadas para a próxima etapa de produção.

                                 Como estavam no fim da produção, algumas vagens já estavam
                                 rijas e foram cortadas bem fininhas para serem refogadas.

Algumas vagens já estavam amadurecendo e foram debulhadas.

Tudo refogado no azeite...

Com bastante cebola e alho, hummmm.

Pequenos pepinos que viraram conserva.


Conserva de pepinos e cebolinhas roxas, colhidas na horta.


Desculpem, lembramos de fotografar depois que os pepinos já 
tinham sido comidos.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Amoras.




Três tipos de amora no nosso quintal

Esta postagem é uma prova de que a natureza entregue a si mesma, se refaz,
e, se, num ambiente frequentado por aves, deixarmos crescer as diversas
plantinhas trazidas por elas, logo teremos uma floresta ou um belo pomar
de frutas nativas. Estas amoreiras fotografadas aqui, nasceram recentemente
dentro e fora do quintal trazidas pelos pássaros. Geralmente as arrancamos assim
que nascem, pois, a amoreira cria uma raiz tão forte e tão profunda que torna
 impossível arrancá-la mais tarde .Vamos tentar a possibilidade de controlar o
crescimento destas mudas com podas educativas. Assim teremos arbustos de
 frutíferas que irão atrair passarinhos.

O interessante é que assim, sem querer, ficamos com três espécies diferentes
de amoras. Esta espécie, de folha recortada, nasceu do lado de fora da cerca 
de bambus. Só saberemos como serão seus frutos esperando com paciência que 
produzam. Só temos uma certeza, é uma das prediletas dos passarinhos, pois
é uma das plantinhas que mais arrancamos, quando fazemos o controle de ervas
daninhas e invasoras. Provavelmente é uma amora-branca: Morus alba.


 Esta outra amoreira tem a folha serrilhada, quase em forma de coração.
Espécie rústica,  nativa, plantada aqui, de presente, pelos passarinhos
que frequentam o bambuzal. Esta também fica do lado de fora da cerca .
Provavelmente é um pé de amorinha-preta, bem comum na região. (Morus nigra)


Este pé de amora trepadeira nativa cresceu perto da fonte, onde as aves vêm beber.
Cuidamos com carinho e transplantamos para um dos canteiros verticais.
É de  uma variedade silvestre popularmente chamada de silva. Com seus frutos
é possível  fazer geleias ou mesmo vinho. É uma rosácea , provavelmente Rubus sp.
                                 


Meses depois a mesma amoreira silvestre (silva) da foto acima já cresceu bastante
e é tutoreada pelo vergalhão da estufa da horta.Temos  cuidado de mantê-la a uma
distância segura da área de circulação, para que os espinhos não causem acidentes.


Apesar de rústica e selvagem esta amoreira, recorremos a uma poda educativa, pois a espécie
é muito invasiva, tendo sido guiada em rama única, rente à tela de sombrite.Qualquer operação
deve ser realizada com muito cuidado por causa dos espinhos.

 A rama desta  amoreira ( silva) em poucos meses já atingiu 3,5 metros , e continua crescendo.


Com cinco meses começou a primeira florada da nossa silva, por ser uma rosácea, seus
botões florais bem se parecem com pequenos botões de rosa., linda e iluminada,agora
 coberta pela  estufa da horta, por causa do frio.
                                  

Com aproximadamente seis meses e uns seis metros de comprimento, a nossa querida
amoreira do mato conseguiu frutificar, mesmo aprisionada na estufa da horta.

.                                                         Frutos ainda verdes.
                                                                                             
                                Quanto mais escuras, mais doces...