_AMOR, FLOR, VERDURA, PALAVRA, TUDO É SEMENTE!

_VIDA, HORTA, JARDINAGEM,

PROSA E POEMA:

PALAVRA ESCRITA E SEMEADA...

SEMPRE O MESMO PRINCÍPIO

GENEROSO DA SEMENTE.



Histórico e registro do projeto de criação e transformação de um quintal, hoje com horta, pomar e jardim, que já foi um grande monte de entulhos, mas que está se revelando um pedacinho do paraíso.
Verifique o "Antes e o depois" nos primeiros posts... Acredite... Aconteceu...
O possível se faz agora, o impossível demora um pouquinho mais...
De quebra vão alguns textos,receitas,meditações, artigos e poemas, semeados entre flores e verduras...
Que mistura...

Os textos e fotos são de própria autoria, aqueles que não o forem, trarão referência do autor.
Nossas imagens não deverão ser usadas para qualquer tipo de promoção de cunho comercial sob pena de responsabilização legal. Grata.


"Existe duas maneiras de ver o mundo: A primeira é que não existe milagres.
A segunda é que tudo é milagre."
Albert Einstein

Além das experiências em nosso quintalzinho, agregamos posts de quintais de amigos em: Visitando outros quintais.

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o Índice Alfabético Remissivo com todos os assuntos.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Flores e cores: Primavera de 2012 no nosso quintal.



     Partilho a maravilha que vi quando dei uma 
    voltinha hoje  pelo nosso quintal!

    Sem legendas, para contemplar no silêncio...























































domingo, 23 de setembro de 2012

Horta, pomar e paisagismo natural : Nosso quintal.


Um tour pelo nosso quintalzinho.

A pedidos, postamos uma visão mais panorâmica do nosso quintalzinho,
que, apesar de parecer-se com uma chácara tem apenas 12m X 12m.
Postamos também alguns detalhes que compõe o projeto de paisagismo, pomar,
jardinagem e horta desenvolvido neste quintalzinho de amigos, no qual 
viemos morar a convite. Nossos agradecimentos a todos que nos ajudaram, 
para que, a despeito das nossas limitações físicas, pudéssemos  realizar o projeto
inicial que nos foi despertado ao entrar em contato com este bambuzal, 
cheio de  possibilidades, de grande inspiração e beleza, mas, então degradado
pela pouca manutenção e presença de muitos  entulhos, na maioria aproveitados
como material reciclado, como você pode acessar na postagem, no índice, em
 "O antes e o depois".
O processo de construção deste visual completou um ano há seis meses, 
em março de 2012,  e agora, um ano e meio de vida. Em um ano, já tínhamos
conseguido plantar as frutíferas e outras vegetações permanentes.

                          Seja bem vindo.

Vista lateral a partir do cantinho do jardim de pedras.

Vista através do arco da porta da entrada da casa.

O jardim de pedras transformou-se num rústico e aconchegante gazebo lateral que ainda está
em fase de conclusão. Bambus e telhas leitosas o cobrem. Cortinas de voile presas nas laterais 
farão parte deste novo visual. Um velho sofá e um antigo banco de madeira foram valorizados
por mantas e almofadas.


Às vezes nos reunimos comunitariamente aos vizinhos para celebrar aniversários ao redor desta mesa.


Entrada da casa com toque colonial .

A pequena jabuticabeira, logo à entrada do quintal.

O  caramanchão da entrada,  já começando a florir.

A hortinha elevada coberta de sombrite. Em cada canteiro vertical temos uma frutífera de pequeno porte,
 quinze ao todo.

A amoreira entre a horta elevada e o canteiro de pets.

Uma estradinha de brita contorna a a horta elevada. 

Dia de calor, um guarda sol para proteger a mesa para um almoço ou lanche rápido no quintal.
No canteiro circular (que ainda vai virar um canteiro em espiral) foi replantado amor-perfeito.
Ao  fundo, a fonte de bambu.

Visão mais próxima das montanhas cenográficas que abrigam a fonte de bambu que é um bebedouro para 
as aves.O guarda-chuva é para proteger a água dos dejetos dos ninhos das aves que se abrigam no maciço
de bambus.
Aconchego do gazebo improvisado. A almofada em cunha é ótima para botar os pés prá cima, meditar e relaxar 
ao som da fonte ao lado.

Visão próxima da fonte de bambus. Muita sombra e raízes de bambu ressecam a terra  e prejudicam  grama.

Close da fonte de bambu, sempre visitada por aves diversas.

A panela de barro para isolar o plug do motorzinho de aquário que move a fonte.

A "casa de máquinas" da fonte. Um cano conduinte passa por baixo das montanhas trazendo o fio da luz.
O carrinho de  gerânios e kalanchoes.

A flor da kalanchoe.

A horta elevada com estradinha de brita e cortina de feijão mangalô ( ou orelha-de-padre).  Na alta produção
 tiramos uma tigela de vagens  por dia.
Verdurinhas em close, escarolas.

Aproveitando as folhas secas como cobertura morta para segurar a umidade.


Mudas de amora silva trazidas pelos passarinhos e prontas par replantar. Nós as recolhemos pelo quintal.

Vagens de feijão orelha de padre.

O quintal visto do gazebo, ao fundo  a cisterna azul para coleta de água da chuva. Um sistema de aquaponia em teste,  feito com duas velhas caixas d'água  e dois filtros feitos com duas caixas grandes de isopor descartadas por uma peixaria são uma tentativa para enriquecer o solo, por irrigação, com a água rica em  nitrogênio produzido pelos peixes. Temos algumas tilápias, lambaris e bagres. Nosso terreno é muito empobrecido porque os bambus sugam tudo o que podem da terra e ainda deixam ácido o solo. Futuramente faremos uma postagem sobre aquaponia, um sistema de hidroponia orgânico autossustentável.

Visão do quintal a partir do gazebo.

De pernas pro ar. Um velho banco de madeira maciça foi transformado num confortável deck.


A vista deste ponto dá uma preguiça...

O caramanchão ao lado da treliça, já coberta de verde.

O túnel de bambu e a entradinha rústica, com flores e folhagens.

Composição de plantas no vestíbulo.

Orquídea florida no tronco do xaxim.

O xaxim teve ter mais de trinta anos.

Quem entra pelo portãozinho já é acolhido pelo verde.


A visão de quem passou pelo túnel de bambu e vê a luz se abrir no centro do pequeno quintal de 12m X 12m.
Verdurinhas coloridas da horta.



Algumas ervas medicinais da nossa farmácia caseira.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Como fazer humus com folhas secas.

Tu és pó e ao pó voltarás!

 Imaginem que este saco de terra preta, cheio de minhocas, no inverno do ano passado,
 há um ano, era apenas um saco cheio de folhas secas que guardamos para que,
 se decompondo, fosse usado na horta. Quando abrimos, para ver como estavam, 
 encontramos uma terra escura e úmida, com cheiro de floresta, habitada por minhocas
 grandes e gordas.
Não me perguntem como foi que estas minhocas apareceram dentro do saco plástico.
Talvez tenham subido pelo belo broto de bambu, que atravessou, como uma espada,
 o saco que estava por baixo, sendo que cada saco foi separado do outro com uma
placa de cerâmica de piso, para facilitar o empilhamento.



Colocamos esta terra finíssima, derivada de folhas secas decompostas, no novo canteiro
que fizemos, utilizando técnicas da permacultura e reciclagem com garrafas pet.
Nós o fizemos em camadas de folhas secas do ipê-rosa e compostos orgânicos. Já tivemos
excelentes resultados no enriquecimento desta terra que foi árida, sugada pelos bambus.
Tivemos folhosas e raízes com tamanho e vitalidade superiores aos que tínhamos já
conseguido neste quintalzinho, desde março de 2011, quando mudamos para cá.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Trapoeraba-roxa: um grande problema

                 Cuidado com a trapoeraba!                                                      

 Para você que gosta de compor bordaduras no jardim e gosta de misturar as cores das plantas,
 aí vai uma experiência que tivemos com a trapoeraba-roxa: Fazia tempo que achávamos
bonita a tal planta e quando a vimos, no jardim de uma empresa, próxima ao nosso dentista,
não hesitamos em bater a campainha e pedir umas mudinhas. Logo elas se desenvolveram
produzindo mais mudas que remanejamos, encantados pelo colorido das folhas. Quando
floresceu, ficou ainda mais bonita.
Como havíamos plantado lambari roxo ao redor da jabuticabeira, resolvemos compor uma 
bordadura com dois tons de roxo, assim, acrescentamos umas mudinhas da trapoeraba-roxa. 
Nesta época encontramos uma postagem na internet chamando a atenção sobre o perigo de se 
plantar esta folhagem no quintal, por ser demasiadamente invasiva e de difícil controle,
podendo tornar-se uma praga incontrolável.
Resolvemos fazer uma inspeção no vaso da jabuticabeira e levamos um belo susto. Todo
o vaso havia sido tomado por rizomas moles e profundos, que se arrebentavam ao puxar.
Desta maneira a planta se espalha e não há como erradicá-la. Tivemos que revirar toda
a terra do vaso, retirando um amontoado de rizomas, quase um quilo, sendo necessário revolver
até o fundo do vaso, inclusive entre as raízes da pequena frutífera, trocando toda a terra.
A jabuticabeira sobreviveu, plantamos de volta apenas os lambaris, que têm raízes superficiais e 
ajudam a manter a umidade.
Arrancamos todas as mudas de trapoeraba-roxa do quintal e as descartamos depois de deixar 
secar, mas não nos livramos, de vez em quando, de encontrar um rizoma brotando aqui ou ali
e se  tentamos arrancá-lo ele  utiliza a mesma técnica de arrebentar e se fazer de morto, para
brotar mais tarde em ouro canto.
Se num vaso a planta  já se espalha tanto, imagine no solo! Cuidado com a trapoeraba roxa.


A trapoeraba roxa que precisou ser eliminada do vaso e do quintal.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Brotos de bambu

 Manejo e controle da cerca viva de bambus
que limita nosso quintalzinho:
 
 
 
Aberta oficialmente a temporada de caça ao broto de bambu. Bastou a primeira
chuvinha antes de começar a primavera, para que, no nosso quintalzinho, começasse
a brotar bambu por todo o lado. É preciso ter cuidado para consumir o broto,
depois de várias fervuras e uso de bicarbonato de sódio. Mas, depois de pronto
e temperado lembra o sabor do palmito. Temos cuidado também para deixar alguns
brotos crescerem em determinados pontos da cerca, para renová-la. Mas, se não fazemos
um manejo cuidadoso, logo nosso quintalzinho vira só um bambuzal. No ano passado,
além das varas de bambu que retiramos para preparar as nossas treliças, arcos, gazebo
e caramanchões, retiramos ainda, perto de cento e vinte brotos comestíveis de bambu,
com os quais fizemos vidros de conserva e distribuímos aos amigos. Leia mais sobre
bambu e biosustentabilidade na nossa postagem no Arquivo em 09 de outubro de 2011.
 
 
 
As fotos abaixo foram tiradas em outubro de 2011, quando
ainda fazíamos as fotos do blog usando um celular.
Percebe-se uma leve diferença na resolução das fotos.