_AMOR, FLOR, VERDURA, PALAVRA, TUDO É SEMENTE!

_VIDA, HORTA, JARDINAGEM,

PROSA E POEMA:

PALAVRA ESCRITA E SEMEADA...

SEMPRE O MESMO PRINCÍPIO

GENEROSO DA SEMENTE.



Histórico e registro do projeto de criação e transformação de um quintal, hoje com horta, pomar e jardim, que já foi um grande monte de entulhos, mas que está se revelando um pedacinho do paraíso.
Verifique o "Antes e o depois" nos primeiros posts... Acredite... Aconteceu...
O possível se faz agora, o impossível demora um pouquinho mais...
De quebra vão alguns textos,receitas,meditações, artigos e poemas, semeados entre flores e verduras...
Que mistura...

Os textos e fotos são de própria autoria, aqueles que não o forem, trarão referência do autor.
Nossas imagens não deverão ser usadas para qualquer tipo de promoção de cunho comercial sob pena de responsabilização legal. Grata.


"Existe duas maneiras de ver o mundo: A primeira é que não existe milagres.
A segunda é que tudo é milagre."
Albert Einstein

Além das experiências em nosso quintalzinho, agregamos posts de quintais de amigos em: Visitando outros quintais.

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o Índice Alfabético Remissivo com todos os assuntos.

domingo, 13 de maio de 2012

Trepadeiras diversas do nosso quintal


Aproveitando os vários arcos e a treliça,  abusamos das trepadeiras no nosso quintalzinho.
Além de  produzir algum alimento e beleza para ser admirada, as trepadeiras também servem
para dar uns ares de frescor, envolver no verde e encantar a quem chega descuidado neste
pequeno paraíso urbano de 12m x12m. A maioria das plantinhas ainda está se desenvolvendo, 
mas prometem beleza e alimentação sadia.

O Ora-pro-nobis, folhas e flores comestíveis com alto teor de proteínas.

A begônia-de-metro que precisa ser tutoreada.

o feijão-mangalô ou feijão orelha-de-padre.

O feijão orelha-de-padre nos brinda também com suas belas flores.
                               
Trepadeira rústica de crescimento rápido: a silva ou amora silvestre, para ser consumida in natura ou em  geleias.

A amora silvestre, uma rosácea e suas pequenas flores, ainda em botão, parecidas com rosas primitivas.

A sete-léguas, trepadeira decorativa com flores como sinos cor-de-rosa, que ainda não floresceu.

A roseira trepadeira  de cachos, vermelha,  lançando seus ramos antes de florescer.

A hera estrelinha que enfim começou a desenvolver.

O guaco, que tem função medicinal e bonita rama.
 
A bougainvíllea maravilha, iniciando a florada.
O maracujá, cheio de saúde, ainda preparando a rama...

A Videira em época de desaceleração por conta do inverno. Já colhemos uns cachinhos bem doces.

A lágrima-de-Cristo, muito sensível ao inverno e às geadas,  precisa ser protegida.

O kiwi que é ainda apenas uma promessa. Talvez tenhamos que replantar algumas mudas.
                        

sábado, 12 de maio de 2012

Silva ou amora silvestre

Apresentamos aqui a experiência de domesticar um pé de amora selvagem trazida
de presente pelos passarinhos. Quase nem se percebe quando nasce, mas, se não 
arrancamos logo teremos um grande espinheiro no meio do canteiro de alfaces.
Resolvemos transplantar uma muda destas para um dos canteiros verticais
e acompanhamos com carinho e atenção seu crescimento, colocando os limites 
necessários.


Colocamos três mudas a princípio, mas, logo percebemos que uma muda era mais do que 
suficiente, por causa do rápido desenvolvimento da planta.


Em uns três meses já estava tão grande a silva, que foi preciso podá-la em rama única 
e conduzi-la tutoreada em um dos arcos da cobertura da horta.


Medimos o seu desenvolvimento e, em pouco tempo a rama principal chegou a três metros.


Mas, o frio chegou e foi preciso colocar a lona plástica sobre a horta, já para prevenir
a chegada de geadas. Não teve como deixar a rama da amoreira do mato para fora da estufa,
tivemos que colocar o plástico sobre ela. Pensamos que a planta, rústica,   iria sofrer com as
 mudanças, mas, para nossa surpresa, descobrimos que ela gostou muito do ambiente de estufa.


O desenvolvimento da amoreira foi surpreendente no ambiente da estufa.


Sua rama ficou mais maleável e seus espinhos menos agressivos, mais tenros.


Como a amora silvestre é uma rosácea, da família das rosas mesmo, ficou parecida com
uma imensa roseira.


Foi necessário dobrar a rama e conduzi-la sobre si mesma , para evitar que invadisse
a passagem, ferindo alguém com seus espinhos. Aqui a rama já chega a us quatro
metros, aproximadamente.

A amoreira silvestre tutoreada sobre si mesma, como um cordão torcido.


Já dentro da estufa a brotação acelerou e já aparecem os primeiros botões florais.

Nas pontas das ramas já despontam as flores,  com minúsculos botões, muito parecidos
com botões de roseira.

Esperamos ansiosos pelas flores e pelas amoras, e esta safra nem vamos dividir 
com os passarinhos, pois,  a produção virá sob a proteção da estufa da horta.



Registramos aqui as fotos do desenvolvimento doméstico em estufa, da amora silvestre ou
simplesmente silva. As fotos abaixo foram  tiradas dia 13.06.2012, uns seis meses depois que
a muda foi transplantada para este canteiro vertical. Observe que já temos frutos. Tivemos
visitas de abelhas, mesmo estando a horta coberta com nossa estufa caseira.As flores da amora
são muito atrativas para as abelhas, garantindo a polinização.

As amoras ainda estão verdes, mas, sob liberdade vigiada. Não vemos a hora de saboreá-las.

Voltaremos a fotografar as frutas maduras, antes de serem devoradas...até...


Hoje é 26 de setembro de 2012 e temos cachos e mais cachos de amoras maduras e
 ainda em maturação como você pode ver abaixo:












       Com licença, agora vamos colher as amoras maduras, antes que se percam...

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Plantar batatas no jardim

Nós literalmente fomos plantar batatas. Aproveitamos uns sacos de ração feitos 
de um plástico bem forte, que iam ser descartados e os reciclamos, colocando-os
logo à frente da horta, sobre o gramado, onde se pega bastante sol e pode-se
esticar mais um pouco o plástico que protege a horta no caso das geadas.
Enroladinhos como mangas de camisa,  os sacos são abertos até embaixo.Depois
à medida que as batatas brotarem vai se desenrolando o plástico até chegar em cima.
Depois que as ramas secarem é só virar o saco plástico no carrinho de pedreiro
separar as batatas e reaproveitar a terra para outra cultura ou compostagem.(Isto
para manter o gramado do jardim sem muita terra solta no caminho).
O pequeno gramado foi colocado no centro do quintal, para permitir a insolação 
da horta evitando plantas mais altas,e também como meio de abafar os rizomas
de bambu, para que não brotem por todo o quintal. Mas,  pelo que parece,
a horta definitivamente está invadindo o jardim.


Estamos testando esta tecnologia de reciclagem como meio de  produzirmos
 tubérculos no quintal, uma vez que folhosas, legumes e pequenas frutas temos
produzido na horta elevada e nos canteiros verticais. 
As batatas são boa fonte de carboidratos, mas, exigem bastante cuidado
no controle da umidade e das pragas.

Uma camada de terra no fundo. Uma camada de terra por cima, apena cobrindo
as batatinhas que serviram de semente. Conseguimos as batatas que iam ser
descartadas, na mercearia, pois, já estavam brotando. A terra foi preparada antes
com composto orgânico produzido no quintal, cinzas e aparas de grama.
Também foi necessário corrigir a acidez com um pouquinho de calcário, por causa das
folhas de bambu que caem sobre nosso depósito de terra para compostagem.


Como deu certo cobrir os grãos de trigo com aparas de grama, (veja na postagem
 sobre a grama de trigo), resolvemos cobrir as batatas também, para manter a umidade do solo.


Resultado da experiência

Hoje, 29 de julho, cerca de dois meses depois, colhemos batatas médias ,
pequenas e pequeninas em nosso jardim.
O excesso de frio provocou a queima das ramas, mesmo sob a estufa.
Assim colhemos o que foi possível para esta estação.
Serviu uma refeição para duas pessoas...
                            

sábado, 5 de maio de 2012

Ora-pro-nobis.

                      Pereskia aculeata ou P. grandiflora*

Conseguimos uma raridade. Uma mudinha de ora-pro-nobis. Ainda é uma promessa, mas
até o ano que vem já poderemos colher sua folhas. Um dos vegetais mais ricos em proteína,
é conhecido popularmente como carne dos pobres. Usado na culinária mineira, em doces e
salgados. Tem muitas vitaminas e princípios ativos. Esperamos que ela se desenvolva, mas, não
muito, sob liberdade vigiada...Esta planta é uma cactácea que produz folhas e às vezes pode 
crescer demais, precisa de podas constantes e controladas.

* A diferença entre as duas é que uma ora-pro-nobis é planta  arbustiva e outra trepadeira,
mas isto só saberemos observando seu crescimento e floração.

Fontes  para pesquisa sobre ora-pro-nobis:

http://tecnicoemagropecuaria.blogspot.com.br/

http://projetomedicinaisecondimentares.blogspot.com.br

Grama de trigo para fazer suco de clorofila.

A lua cheia e o crescimento acelerado da grama de trigo 

Há uma semana plantamos trigo em uma rodela de manilha plástica que sobrou dos
canteiros verticais. Colocamos uma terrinha peneirada com um pouco do húmus da
compostagem. Semeamos do trigo que havíamos comprado no Mercado Municipal
para fazermos grãos germinados. Semeamos o trigo seco mesmo, sem nenhum preparo.
Cobrimos os grãos com as aparas secas da grama podada do jardim que haviam sido 
guardadas em sacos pretos de plástico para fermentarem e depois foram espalhadas 
ao ar livre, para serem usadas nas nossas usinas de compostagem. Como já estavam 
secas, nós as usamos para cobrir os grãos e manter a umidade.
As plantinhas do trigo semeado vieram muito rápido e cresceram fortes.


Poderíamos ter colocado mais grãos, mas a experiência serviu para nos mostrar a
quantidade de grãos que podemos usar. Colocamos a argola de plástico sobre
uma parte do gramado que quase não tinha grama, colocamos uns 10 cm de terra.

Mais uns três dias e podemos cortar para extrair o suco de clorofila.


Talvez o crescimento acelerado da nossa grama de trigo tenha a ver com a maravilhosa lua
cheia que tem brindado nossas noites, uma vez que a as fases da lua influenciam o crescimento
das plantas.
Tentamos fotografar o quintal à luz do luar para partilhar com vocês.
Percebam que as pontas, no alto dos bambus parecem prateadas com a luz do luar.
Noite de 5 para 6 de maio de 2012.  A Lua no perigeu, ponto mais perto da terra. Linda...
Clique sobre a foto para admirá-la em tela cheia.Obrigada.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Feijões orelha-de-padre.

 Segundo pesquisamos, a Lablab purpureus é também chamada de vagem orelha-de-padre,
feijão mangalô ou lab-lab. No Blog come-se encontramos uma variedade de flor branca,
a nossa tem flores roxas. Demorou para que se desenvolvesse, mas, já fez um portal na 
nossa hortinha coberta e já começou a produzir escandalosamente...



Mesmo com a tela de sombrite, e agora com a lona plástica para proteger das geadas, a
nossa plantinha está robusta e cheia de flores.

A vantagem é que como as flores vêm em cachos, fica bem mais fácil de colher as vagens,
também em cachos...


As flores roxinhas e os cachos das vagens já se formando. Elas crescem muito rápido, 
dá para fazer mais de uma colheita por semana. Esta vagem tem uma produção muito boa.


Nossa primeira colheita da temporada. Preparamos refogada, com alho, cebola e azeite.
Ficou muito bom.Na manteiga também fica excelente.A esta altura, a foto e o sabor é só
uma lembrança que ficou da primeira colheita. Mas, muitas outras virão.


Fonte de pesquisa em nutrição onde encontramos informação sobre esta planta.
Nossos agradecimentos e créditos:
http://come-se.blogspot.com.br/