_AMOR, FLOR, VERDURA, PALAVRA, TUDO É SEMENTE!

_VIDA, HORTA, JARDINAGEM,

PROSA E POEMA:

PALAVRA ESCRITA E SEMEADA...

SEMPRE O MESMO PRINCÍPIO

GENEROSO DA SEMENTE.



Histórico e registro do projeto de criação e transformação de um quintal, hoje com horta, pomar e jardim, que já foi um grande monte de entulhos, mas que está se revelando um pedacinho do paraíso.
Verifique o "Antes e o depois" nos primeiros posts... Acredite... Aconteceu...
O possível se faz agora, o impossível demora um pouquinho mais...
De quebra vão alguns textos,receitas,meditações, artigos e poemas, semeados entre flores e verduras...
Que mistura...

Os textos e fotos são de própria autoria, aqueles que não o forem, trarão referência do autor.
Nossas imagens não deverão ser usadas para qualquer tipo de promoção de cunho comercial sob pena de responsabilização legal. Grata.


"Existe duas maneiras de ver o mundo: A primeira é que não existe milagres.
A segunda é que tudo é milagre."
Albert Einstein

Além das experiências em nosso quintalzinho, agregamos posts de quintais de amigos em: Visitando outros quintais.

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sábado, 11 de agosto de 2012

Flores de agosto no nosso quintalzinho.

 Garimpamos flores e cores em várias nuances neste nosso inverno atípico,
com geadas e dias de calor. Partilhamos o nosso deleite e maravilhamento
 desta estação surpreendentemente colorida.

                                            As tagetes floriram na entrada da horta.


Os Osteopermuns abriram sua brancura junto à cerejeira do mato, num dos canteiros verticais.



A  Kalanchoe daigremontiana  continua florida sob o bambuzal, plantada num velho
carrinho de pedreiro.


                               O Lírio-do-amazonas na entrada do portão já no fim da florada.


              Gerânio ascendente coral floresce em um vaso na porta da cozinha.


No caramanchão em forma de arco pende o primeiro cacho de bouganville vermelha
este ano.


No caramanchão de entrada, junto com os maracujás, a ousadia da  bouganville maravilha.

                                         No canteiro redondo floresceu a íris, maravilhosa.


                                            Junto à figueira a capuchinha se encheu de flores.




Retiramos lona plástica que criava um clima de estufa na horta.Se vier geada,
 desenrolamos de novo. A amora sivestre que já gostava da estufa ficou ainda
mais viçosa ao vento, toda florida. Foi presente dos passarinhos.


Floriu tambem a Kalanchoe  blossfeldiana vermelha, no carrinho de pedreiro reciclado


                                           Na horta a ervilha torta enfeita de roxo os canteiros.


                                No canteiro elevado junto à silva, floresce a alfazema.


Sob a tela de sombrite nasceu a helicônia vermelha, beneficiada pela irrigação da horta.




                              O feijão mungo também gostou da sombrite e tem sido generoso.

                Os beijinhos são escandalosos, estão por todo o canto colorindo aqui e ali.

                                      Em vários tons, de rosa, coral...


 As flores podadas do manjericão ainda perfumam o quintal, detalhe ao fundo: um canteiro
novo, de garrafas pet está invadindo o gramado, a horta está crescendo...


                                                 Os galhos delicados da begônia vermelha.

                                                    O   beijo americano branco.

 
                Sobre a casa o ipê-rosa despe suas folhas, cobrindo o gramado de folhas secas.



                                       E já está lançando suas flores para nossa admiração e deleite.

   
Junto ao canteiro de morangos, a funcionária rosa, o coleus e o narciso amarelo.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Narcisos amarelos

Juntos ao frio e às folhas secas do inverno, brotaram e floresceram nossos maravilhosos
narcisos amarelos.De uma delicadeza que sugere uma obra de arte feita à mão, uma a uma.




                                     Obrigada por partilhar conosco nosso encantamento.

Juá-de-capote ou Physalis

Em tons de ouro, prata e bronze.

Nossa horta está enfeitada com um pé desta fruta. Está carregadinho e começa a madurar.
Esta frutinha exótica sempre rende o que falar, depois desta aparência de lanterninha
oriental, as frutinhas mostram que estão maduras pelo amarelado do cálice que as envolve.

Os casulos transparentes nos convidam a saborear  a Physalis madura.



Cada visita à horta é um convite a provar um fruto maduro.

                      Até depois de consumidas estas frutinhas proporcionam imagens surreais:

Depois de saboreadas as frutas, os cálices ficam ali, no chão da horta,
então, apenas  a estrutura dos veios por onde passam a seiva permanecem
depois que a parte menos fibrosa  degrada-se. A aparência é de uma delicada renda.

Que, conforme a luz, assume ares de jóia preciosa. Em tempos de jogos olímpicos,
fizemos uma paródia, com jogo de luzes nas fotos:

                                 Em tons de ouro...

                                Em tons de prata.

                                  Em tons de bronze...

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Amora silvestre na estufa.

Silva 
ou
 Amora Silvestre

Conforme a postagem sobre as amoras no dia 17 de abril passado estamos
acompanhando a maturação extraordinária de amoras no inverno.
Isto porque coincidiu deste pé de amora ganhar a proteção da
estufa por ficar ao lado da nossa hortinha. Os frutos são uma poesia
para os olhos e um elogio ao paladar.

São muitos cachos da silva (amora rosácea) carregadinhos, apesar do inverno
 e das geadas.

Esta amora tem muitas sementes, que sobrevivem nos dejetos dos pássaros,
foi assim que ganhamos esta mudas, de presente dos passarinhos.


Podemos usar estas amoras para geleias e licores, além, é claro, da degustação ao
vivo e a cores, no pé da fruta mesmo.

Nasceram novos galhos com dúzias e mais dúzias de botões florais.
 A colheita promete.

Desde o começo de mês de agosto estamos saboreando as amora maduras, embora
não sejam muito doces, são saborosas e suculentas.





Por enquanto são estas as fotos das amoras maduras que já foram devoradas,
juntamente com as outras, as quais não houve tempo de fotografar. Esperamos
 ainda as muitas outras amoras silestres que virão.